AS-MAOS

AS MÃOS

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“As mãos governam o trabalho,” disse James Hillman, o que quer dizer que as mãos carregam a imagem arquetípica do trabalho. A mão faz, realiza, forja, modifica. Ela institui o homo faber. Ela é mística: ora. Ela é fazedora: labora.

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A VERTIGEM DAS GAVETAS

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Todos temos nossas gavetas. Não há uma vida sem gavetas, e elas estão por toda a parte. Temos gavetas arrumadas (inclusive alfabeticamente), onde mora nossa solidão, e gavetas desarrumadas (inclusive pelos outros), onde mora nossa confusão. Cada uma tem sua função simbólica. O que está guardado nelas?

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LUGAR

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Podemos aproveitar as importantes chaves que uma reflexão sobre a importância da noção de lugar nos dá, em contraste com nossa noção mais comum, no pensamento filosófico e na vida diária, de espaço.

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O LADO ESQUERDO DO PEITO

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Da fratria à philia, desenha-se na alma um percurso que, ao mesmo tempo em que amplia seu horizonte afetivo, também traz para perto, para dentro, aproxima e ensina as lições da intimidade. Esse percurso se chama amizade. Muitas são suas metáforas, seus símbolos, suas imagens, que apresentam aquele que já foi entendido, num plano individual, como o mais elevado eros de que a experiência humana é capaz.

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O AMOR NEGRO

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No amplo espectro da literatura erótica no Ocidente, e à sombra enigmática da imensa figura do Marques de Sade, a História do olho, de Georges Bataille, A história de Vivant Lanon, de Marc Cholodenko, e Cartas de um sedutor, de Hilda Hilst, são obras que apresentam, no século XX, e cada uma a seu modo, os caminhos tortuosos e difíceis que a alma percorre quando seu amor apresenta-se desviante, perverso, intolerável.

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